Transpenumbra do Amargedom - Fantástica Ficção Científica
O
Autor Silas Corrêa Leite
Silas
Corrêa Leite, ciberpoeta, professor e
blogueiro premiado, começou a escrever aos 8 anos de idade, em folhas de papel
de pão, em retalhos de Eucatex, de compensados, e nas paredes de sua casa de
madeira. Aos 16 anos já escrevia para jornais de Itararé-SP. Seus cadernos de
rascunhos poéticos foram reportagem no programa Metrópolis da TV Cultura de SP.
Autor de livros polêmicos e diferenciados, consta em mais de cem antologias
literárias em verso e prosa, até internacionais. Colabora em mais de 800 sites,
na América espanhola, Europa, África e Ásia. Ganhou prêmios de renome,
inclusive na USP-Universidade de SP, e no exterior. No ano-lux de 2017, ao ser
selecionado para participar da antologia de ficção-científica de Nelson
Oliveira (Prêmio “Casa de las Américas”, Cuba), chamada “Hyperconexões”, se
tocou que tinha textos sobre o gênero.
No livraço, logo expôs seu currículo: “Habita uma navenuvem e conserta
discos voadores. Nas vagas horas de orbitação, monta uma miniatura do Planeta
Hewah, de onde emergiu após um acidente numa zona de silício de transmutação” Em
seguida criou este livro estilo “New Weird Fiction”(Nova Esquisitice) do
pós-humano que se restaria do Planeta Terra exaurido, após uma hecatombe e à
deriva na Via Láctea que abriu todas as suas fronteiras, dando assim num aterro
sanitário espacial. Seu poema identidade é: “Ser poeta é a minha maneira/De
chorar escondido/Nessa existência estrangeira/Que me tenho havido”. Sua
frase predileta é “Feridos Venceremos”. No seu link de ácid humor feito
“Dalai Brahma Silas” (zen-boêmico desparafusado e cervegetariano que é), prega
que o mundo já acabou, só os poetas, as grávidas, os palhaços, os loucos, os
ventríloquos e os fabricantes de bonecas não foram avisados. Entrevistado também
por Antonio Abujamra, no Programa Provocações, TV Cultura de SP, disse que se
sente um E.T. e que “corta os pulsos com poesia”.
Comentários
Postar um comentário